Quero morrer de amor, e ainda assim
vivê-lo a todo instante do meu dia. E
em cada palavra fazer valer qualquer
vão momento de ternura e de carinho.
E em seu louvor, admirar seu encanto, que
hei de espalhar meu canto, com todo o meu amor.
E rir em cada momento bobo aquele
meu riso mais sincero, mais vistoso.
E derramar, quando chegar a saudade,
meu pranto mais sincero, ora manhoso.
Ao seu pesar, quando preciso, fazer-lhe riso,
ou seu contentamento, enquanto tempo, apenas bem.
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